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Arquivo para a categoria ‘Empreendedorismo’

Imposto de Renda em Ações e Opções

Republicado

Muito bom este post publicado no blog do Mestre das Finanças. Parabéns Dr. Calderon e obrigado pela clareza da explicação.

“Primeiro ponto: se você ficou esperando o ano todo para recolher o IR sobre suas operações na bolsa somente agora, você cometeu um grande engano. O regime de recolhimento do IR é o regime de competência e o recolhimento deve ser feito até o último dia útil do mês seguinte ao fato gerador do imposto (já falarei sobre esse tal fato gerador jajá). Ou seja, se num mês qualquer você realizou operações e estas operações geram recolhimento de IR, você mesmo deve calcular o imposto devido, preencher o DARF e pagá-lo. Até o último dia útil do mês seguinte.

O fato gerador de imposto de renda na bolsa é o lucro. Como no regime de competência o lucro é registrado quando ocorre o fechamento de uma operação, para as posições compradas só se apura o lucro no momento da venda e para as vendidas, no momento da recompra. Isso é importante e também uma dúvida bastante frequente. Não importa o quanto valorizou sua carteira, enquanto você não fecha as operações não há lucro.

Como para a Receita as operações de day-trade (DT) têm natureza distinta das operações não-day-trade (NDT), a primeira coisa que temos que fazer é separar tudo o que é DT do que é NDT. É como se uma pessoa que recebe o salário e tem renda de imóveis alugados. Ela não pode misturar as duas rendas para calcular o imposto devido, pois a tributação é distinta.

Para as operações DT (seja de ações, opções ou ouro ativo financeiro), a tributação é de 20% sobre o lucro. Já para as operações NDT, a tributação é de 15%.

Para atrair os investidores pessoa física ao mercado, a Receita criou um artifício interessante: para as operações NDT no mercado à vista, há um limite de isenção de R$20.000,00 para as vendas realizadas no mercado à vista. Isso quer dizer que, se num determinado mês o investidor realizar a venda de R$20.000,00 de ações que havia comprado anteriormente, não importa o lucro que tenha, todo ele é ISENTO de imposto de renda. Vamos supor que ele compre uma ação por R$1,00 num determinado dia e venda esta mesma ação por R$20.000,00 no dia seguinte e não faça mais nenhuma venda no mês. O lucro foi de R$19.999,00, o que geraria um imposto a pagar de R$2.999,85 mas, como foram vendas no mercado à vista até R$20.000,00 nenhum imposto deve ser recolhido. Este lucro será somente lançado na declaração da ajuste anual como rendimentos isentos e não tributáveis, para justificar a evolução patrimonial. Caso as vendas à vista totalizem R$20.000,01 ou mais, deve-se calcular e recolher o imposto como descrito acima. Importante salientar que este limite de isenção não vale para operações com opções, futuros ou termo. Nestes casos, se teve lucro tem que pagar. Ah, e a entrega de papéis no exercício de opções (quando se lança e deixa ser exercido) também não é considerado mercado à vista e tributa sempre.

Alguém agora pode estar se perguntando: “mas e se, ao invés de lucro eu tiver prejuízo nas minhas operações”. Muito bem, na ocorrência de prejuízos estes podem ser abatidos DOS LUCROS FUTUROS, sempre segregando DT de NDT: os prejuízos de DT só podem abater lucros futuros de DT e NDT só de NDT. Mas, dentro de cada categoria (DT e NDT) você pode abater os prejuízos de um mercado com o outro. Por exemplo: abater prejuízos que teve em opções NDT com os lucros que teve em termo NDT.

Como funciona na prática: você calcula o resultado de um mês qualquer e descobre um prejuízo em NDT de R$600,00 (outra dúvida comum: mesmo que seja em vendas abaixo de R$20.000,00 você pode – e deve – contabilizar os prejuízos. O que é isento é o lucro deste tipo de operação). No mês seguinte você vende acima de R$20.000,00 com lucro de R$1.000,00. A regra da tributação diz que você deveria pagar 15% em cima dos R$1.000,00, mas como houve prejuízo de R$600,00 em mês anterior, a base de cálculo do imposto passa a ser R$400,00 e, ao invés de pagar R$150,00 de imposto você pagaria R$60,00. Caso os prejuízos venham se acumulando mês a mês, você vai somando para abater da base de cálculo quando o lucro vier.

O cálculo do lucro em operações simples é fácil de ser feito: preço de venda menos preço de compra. Mas e quando fazemos mais de uma compra do mesmo ativo por preços diferentes? A Receita diz que deve ser considerado o preço de compra como o preço médio de aquisição dos ativos. Exemplo: num mês compro 1000 PETR4 a R$30,00. No mês seguinte compro mais 500 a R$42,00. Mais um mês se passa e vendo 300 ações por R$ 35,00. Alguns podem pensar no sistema de estoque FIFO (primeiro a entrar, primeiro a sair) e dizer: o imposto é de R$5,00 por ação. Outro, malandrão, faz pelo sistema LIFO (último a entrar, primeiro a sair) e diz: tenho é que contabilizar um prejuízo de R$7,00, pois estou vendendo 300 daquelas que comprei por R$42,00. Esse, em breve, vai entrar no sistema SIFU da Receita…hehehe… o jeito certo de calcular o imposto é calcular, primeiro, o preço médio de compra do estoque e então contabilizar o lucro em cima desse valor. Vamos lá:

1000 Petr4 a R$30,00 = R$30.000,00

500 Petr4 a R$42,00 = R$21.000,00

Valor total de compra das 1500 Petr4: R$51.000,00

Valor unitário (51.000 / 1500) = R$34,00

Portanto, como o preço médio de compra do esqoque foi de R$ 34,00 por ação e a venda foi a R$35,00 por ação, o lucro da operação foi de R$1,00 por ação. Como foram vendidas 300 ações, deve-se calcular 15% de IR em cima de R$300,00, que deverão ser pagos somente se forem realizadas vendas acima de R$20.000,00 no mês em questão.

O mesmo cálculo de valor de estoque vale para opções, termo, etc.

Ainda para calcular o resultado e/ou o valor de compra do estoque das ações, não deve ser considerado somente o preço de compra e de venda. Ao preço de compra devem ser acrescidos como custo unitário do papel os valores proporcionais de todas as taxas e custos envolvidos na operação de compra (corretagem, emolumentos, taxa de liquidação, taxa de registro, taxa de termo/opções, taxa de ANA e ISS) e do valor de venda devem ser descontados todos estes custos também.

Por último, depois de calculado o imposto a pagar, também é possível descontar do valor calculado aquilo que já foi recolhido na fonte (o IRRF). Então, se o valor do imposto calculado num determinado mês foi de R$550,28, mas foi retido na fonte como IRRF R$2,20, o valor a ser preenchido no DARF é de R$548,08.

O preenchimento do DARF talvez seja a tarefa mais fácil. É só entrar no site da Receita (receita.fazenda.gov.br), clicar em Cidadão -> Pagamentos e então em Programa Sicalc -> SicalcWeb. Vai abrir a página do Sicalc que você preenche com seus dados, o valor do imposto calculado e no código da Receita preenche com 6015 (ganhos líquidos auferidos no mercado de renda variável). Guarde todas suas planilhas de cálculo pelo período de 5 anos, caso seja necessário provar de onde vieram os valores recolhidos.”

Fonte: Mestre das Finanças

Cartão de crédito Petrobras Visa International

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Qual a sua profissão?

Um meio ou uma desculpa?

Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. O sucesso é construído à noite!   Durante o dia você faz o que todos fazem.

Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados. Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso.

Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chopp com batatas fritas. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam Sol à beira da piscina.

O mundo não está nem aí, se você está cansado ou triste, ele não para. E quem vive lamentando ou reclamando da vida nunca vai conseguir chegar em lugar nenhum.

A realização de um sonho depende de dedicação. Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores pois… Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO.

Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA.

Autor: Roberto Shinyashiki

A Pipoca Valdir: Exemplo de empreededorismo

Confira os 10 principais erros que profissionais cometem em entrevistas e dinâmicas

Quando se participa de uma entrevista de emprego ou dinâmica de grupo, o profissional deve estar ciente que os recrutadores estão avaliando muito mais do que seu currículo ou experiência profissional. Nesses processos seletivos são avaliados também a postura, o comportamento e as atitudes de cada candidato.

Principalmente quando existem semelhanças sobre as habilidades e as experiências profissionais entre candidatos concorrentes, o desempenho de cada um nessas avaliações torna-se fator decisivo na escolha do recrutador.

Por isso, é muito importante que o candidato treine o que deseja falar e se prepare adequadamente para esses processos seletivos. Contudo, é muito comum ainda, que candidatos cometam erros e falhas nessas entrevistas ou dinâmicas de grupo. Há casos de que esses profissionais saem da avaliação ou de uma entrevista, sem ao menos saber que cometeram alguma falha durante o processo.

Como uma forma de colaborar para os profissionais que estão enfrentando a maratona de algum processo seletivo, o Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) selecionou os 10 principais erros que candidatos cometem nessas avaliações e revela dicas de como evitar cada situação. Confira:

1. Português Inadequado: Esse é um ponto muito importante. Falar e escrever corretamente, sem o uso de gírias, conta muitos pontos para o candidato. Procure não utilizar vícios de linguagem como “né” e “tipo”. Fale com calma para sua pronúncia ser correta e não soltar, por exemplo, um “tamém” ao invés de também. Caso perceba o seu erro, corrija-se, pois dessa forma o entrevistador sabe de seus conhecimentos.

2. Vestimenta: Saber se vestir é primordial. Decotes, roupas curtas ou justas, calças muito baixas mostrando as roupas íntimas e camisetas de times devem ficar guardadas para outras ocasiões. Evite roupas sujas e amassadas e aposte em cores neutras como preto, marrom, bege e branco. Quando receber a ligação sobre a vaga, pergunte qual o tipo de traje adequado. Nem todas as vagas exigem o uso de roupas sociais. Na dúvida é melhor estar bem trajado, pois demonstra sua preocupação com o momento. Os sapatos devem estar limpos e não muito velhos.

3. Falta de Ética: Falar mal sobre pessoas e empresas pelas quais você passou não é bom para sua imagem. É antiético citar exemplos negativos, principalmente quando o candidato não está envolvido no episódio. A história pode soar como fofoca e esse não é um comportamento esperado no ambiente corporativo.

4. Postura corporal: Sentar-se com postura “largada”, ombros caídos, pés inquietos e batendo no chão, olhar disperso e mãos segurando a cabeça demonstrando tédio podem fazer você ser desclassificado. O corpo transmite muitas mensagens e os entrevistadores estão prontos para entendê-las. Então, tenha postura correta, mas não force gestos e expressões faciais.

5. Conversas: Evite conversas paralelas quando o facilitador ou os candidatos estiverem falando. Isso denota falta de respeito com o outro e você pode perder explicações importantes sobre o processo seletivo. Tome cuidado quando for responder uma pergunta. Seja claro e objetivo, porém saliente como pode contribuir caso seja o escolhido.

6. Mentiras: Jamais invente cursos ou experiências em seu currículo ou entrevistas. Você poderá ser testado e, caso a empresa perceba a informação incorreta, pode finalizar a participação do candidato tanto na dinâmica, quanto após a contratação. Se não tiver conhecimentos nas áreas solicitadas, mostre seu interesse em aprender.

7. Falta de conhecimento: Procure saber sobre a empresa e o ramo na qual ela atua. Visite sites e faça buscas na Internet. Assim você poderá ter mais idéias de como ela se posiciona no mercado e mostrará interesse ao entrevistador. Não pergunte sobre salários e benefícios no início da conversa. Isso demonstra o interesse maior no dinheiro e não na oportunidade. Porém, se não ficar claro, aborde o assunto antes de finalizar o encontro.

8. Atrasos: Chegar depois do horário não é bom para sua imagem. Calcule o tempo necessário para chegar ao local e conte com os imprevistos. Pesquise se na região há obras ou previsão de chuvas e saia mais cedo nesses casos. A impressão dos candidatos que se atrasam é de falta de comprometimento. Comparecer com 15 minutos de antecedência é o indicado para relaxar antes do início da entrevista.

9. Falta de postura corporativa: As dinâmicas são um momento de avaliação. Evite conversas não relacionadas com a atividade executada. Dar gargalhadas, criticar os demais participantes ou fazer piadas em excesso não são comportamentos esperados pelo selecionador. Também não queira sempre impor suas idéias, mostre sua capacidade de compreensão quando necessário.

10. Falta de participação: Você foi chamado para uma dinâmica de grupo e quer a vaga? Então participe ativamente de todas as atividades. Apenas tome cuidado para não falar demais e deixar os outros candidatos sem espaço. Mostre que você sabe trabalhar em equipe e dê a oportunidade de outras pessoas também se expressarem.

De acordo com Natália Caroline, coordenadora de seleção do Nube, essas dicas são preciosas para quem procura uma oportunidade. “Utilizando esses conhecimentos, com certeza o candidato aumentará sua chance de aprovação em um processo seletivo e de ter mais sucesso em sua carreira”, afirma.

Fonte: Campal

Como melhorar suas habilidades criativas

Criatividade é a habilidade de combinar elementos existentes, conceitos, técnicas, objetos e materiais, para gerar novas ideias e soluções para os desafios e problemas de nosso dia a dia. O desenvolvimento das habilidades criativas se fundamenta especialmente no cultivo de práticas e atitudes que podem ser resumidas em olhar atentamente o mundo à sua volta com interesse e sempre receptivo a novas ideias e a outros pontos de vista.

Levando este modo de pensar para o terreno da praticidade, apresento algumas sugestões e dicas de como aprimorar e cultivar suas habilidades criativas, bem como a recomendação de artigos publicados neste site e relacionados aos temas abordados.

Mente aberta

Mantenha uma mente aberta e receptiva a novas ideias, tanto as suas como de outras pessoas. A semente de toda inovação é uma ideia altamente especulativa, frágil e inacabada, que precisa ser trabalhada par se tornar viável e prática. Evite julgamentos apressados e, ao invés de se concentrar unicamente em suas falhas, explore a fundo os aspectos positivos e as possibilidades de cada ideia.

Evite a rigidez mental

Supere os bloqueios mentais e procure examinar os problemas e desafios sob perspectivas inovadoras. Bloqueios mentais são obstáculos que nos impedem de perceber corretamente o problema ou conceber uma solução. Pela ação destes bloqueios nós nos sentimos incapazes de pensar algo diferente, mesmo quando nossas respostas usuais não funcionam mais. Alguns bloqueios são criados por nós mesmos: temores, percepções, preconceitos, experiências, emoções, etc. Outros são criados pelo ambiente: tradição, valores, regras, falta de apoio, conformismo, entre outros.

Procure pela segunda resposta

Evite a armadilha da única resposta certa e procure outras soluções para seus problemas e desafios. De um modo geral, a primeira resposta é simplesmente a repetição de respostas que deram certo no passado. A primeira resposta costuma ser o que funcionava antes, mas provavelmente não será uma boa resposta para os novos desafios. As outras respostas costumam ser mais criativas e explorar novos caminhos até então ignorados ou mesmo evitados.

Cultive e acredite na sua intuição

A intuição tem um papel fundamental no processo criativo. É a intuição que faz a conexão entre as informações resultantes da análise do problema com as experiências e conhecimentos armazenados no nosso cérebro. É esta conexão que resulta naquele toque pessoal de originalidade na solução de problemas.

Não confie na sua memória

Quantas vezes você já teve uma boa ideia que lhe ocorreu de maneira inesperada e depois não conseguiu reconstituí-la ao retornar ao escritório ou a sua casa? Cultive o hábito de registrar imediatamente suas ideias.

Fonte: criatividadeaplicada

Coleção Harvard Business Review (13 livros) – nova chance para comprar

Para quem não viu o post de 05-01-11 “Mudança de atribuições”, o preço da coleção Harvard Business Review, com 13 livros, teve uma redução ainda maior.

A hora é agora!!! Confira no site do Submarino

Mudança de atribuições

Não deve ser surpresa para alguns, mas ainda em Janeiro deste ano, estarei deixando o meu posto trabalho, onde atuo à quase 4 anos como Gerente de Projetos, para assumir uma nova missão muito importante e estratégica para a Companhia.

Já sabendo das dificuldades que terei de enfrentar, precisarei estar preparado ainda mais. Pois nesta nova função, as tomadas de decisões e articulações precisarão de mais agilidade e assertividade.

Seguindo as dicas dos meus amigos Bedo e Wendell, adquiri uma coleção da Harvard Business Review. Uma coleção com 13 livros por um preço imperdível. De R$ 778,00 por apenas R$ 119,90, no site Submarino.com.br

Fica a dica para quem mais se interessar.

Dez coisas para saber antes de abrir seu próprio negócio

Ser dono do próprio negócio – em algum momento, esta ideia já passou pela cabeça de boa parte dos brasileiros. Mas para “aposentar” a carteira de trabalho e assumir de vez a função de empresário é preciso muito mais que vontade. O G1 conversou com o consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP) Reinaldo Miguel Messias para montar um guia com as dez principais orientações que todo empreendedor em potencial deve seguir antes de abrir um negócio próprio.

Messias diz que, em primeiro lugar, a pessoa deve estar atenta ao que ele chama de “4Ps”, ou seja, propósito (o quê), processo (como), pessoas (quem) e prazer.

Negócios passam por turbulências; se não gosta muito do que está fazendo, na primeira turbulência, não vai procurar o que fazer, vai fechar”
Reinaldo Miguel Messias, consultor do Sebrae-SP

“Propósito claro é aquilo que vai orientar a sua busca por um negócio. O ‘como’ é o processo, no caso, processo de fazer, de vender e de controlar. Depois disso, preciso de pessoas, tem a pessoa dono e a pessoa empregado. A cumplicidade, a complementaridade é que vai fazer com que as pessoas, trabalhando em processos adequados, atinjam o objetivo”, explica. “Prazer: nada vai dar certo se você não gosta do que está fazendo. Negócios passam por turbulências; se não gosta muito do que está fazendo, na primeira turbulência, não vai procurar o que fazer, vai fechar.”

Confira abaixo o roteiro com as dez principais dicas:

1 – Empreenda no que conhece e gosta
“A receita para dar certo é empreender naquilo que a gente tem domínio. A costureira vai fazer sua lojinha com roupa. Depois de uma vida no segmento de confecção é pouco comum que vá abrir um restaurante.”

2 – Avalie a viabilidade financeira frente à idéia e oportunidade
“Não adianta gostar, a coisa tem que ser viável, tem que gerar lucro. (…) Quando a gente está pensando numa empresa, é importante pensar que cada dinheiro colocado lá dentro, vai ter que voltar numa medida de tempo.”

3 – Cuidado com a escolha do sócio
“É muito comum escolher sócio como ‘o cara que tem o dinheiro barato que eu preciso’ e isso acaba custando muito caro. Sócio é um complemento de conhecimento e de atitudes que você tem. Ele não é igual a você, mas é uma nova visão. Os dois têm que enxergar juntos na mesma direção.”

4 – Avalie a diferenciação de seu negócio em relação à concorrência e aos cenários
“Negócio legal é aquele que se diferencia dos demais – ser diferente é agregar outros valores. Não é ser diferente pela parte ruim: o que mais atrasa, por exemplo. Enxergar em que cenário esta atividade está situada. O ‘mais um’ está dividindo o bolo que todos já comem.”

5 – Esteja seguro de seus gastos e controle de suas despesas e custos
“Conheça a parte financeira da ‘encrenca’ que você está se metendo. Ter domínio. Sem controle financeiro, não se gerencia nada. É fundamental, principalmente quando está iniciando a atividade, saber onde está colocando cada centavo e como está voltando.”

6 – Considere sempre possíveis gastos adicionais com adequação do espaço de trabalho
“Não esqueça de trocar a fechadura das portas do comércio e checar se o banheiro é frequentável e está dentro da legislação da saúde pública, em número suficiente; se as vitrines são seguras; se a rede elétrica está devidamente dimensionada. A gente esquece destes detalhes quando esta fazendo o planejamento.”

7 – Trabalhe com pessoas que conheçam do negócio tanto ou mais que você
“Mesmo que custe um pouco mais é sempre bom evitar que os outros errem por você. É sempre bom contar com a competência. Quem paga pouco, recebe pouco. Cuide na competência, na adequação, no perfil da aparência. Essas pessoas têm que conhecer bem o negócio.”

8 – Todo começo é incerto. Cuide bem dos investimentos e do capital de giro
“As grandes perguntas são sempre: será que preciso mesmo de tudo isso? A gente tem um fogo de sair comprando coisas… Às vezes, numa atividade que está iniciando, o melhor é alugar, arrendar, pedir emprestado para um amigo, fazer um termo de comodato. O capital de giro é sempre aquela história: o único que acredita no seu negócio é você. 27% das empresas que abrem não terminam o primeiro ano. [Institutições financeiras] Gostam de dar crédito para a pessoa física, não para a jurídica. Olhe bem para ver quanto de capital de giro vai precisar antes de pedir emprestado.”

9 – Procure um contabilista competente para abrir sua empresa e assessorá-lo com impostos, tributações e taxas no dia a dia
“Geralmente, quando procura um contabilista, vai muito pelo valor que a pessoa está cobrando. Você deve perguntar se tem muitos negócios do mesmo ramo que o seu. Quanto mais atividades como a sua ele tem dentro da carteira, mais a par vai ficando. As tributações variam muito dependendo do segmento.”

10 – Lucro é a única forma de garantir o retorno dos investimentos. Atenção com ele!
“Negócio foi feito para gerar lucro, não amizade e relacionamento. Parte do lucro é o que consegue manter o seu capital de giro dentro da necessidade. A outra parte será responsável pelos investimentos para gerar alavancagem. Às vezes, guarda-se essa parte dentro do estoque, comprando o que não precisa, na quantidade que não deve, no momento que não é preciso. Veja como o lucro está sendo gerado. No começo, não dá para ter todo o lucro gerado pra gente.”

Erros mais comuns
Segundo Reinaldo Messias, um dos erros mais comuns que as pessoas cometem quando se aventuram pelo mundo do negócio próprio é quanto ao cálculo do tempo necessário para a maturação do projeto. “É a pressa, quando planejo por um período muito pequeno, ou, o contrário, planejo por um período muito grande e nunca tomo a iniciativa”, diz. “A ansiedade leva à falta de planejamento, falta de domínio do negócio.”

A ansiedade leva à falta de planejamento, falta de domínio do negócio”

Como faz questão de destacar o consultor do Sebrae-SP, a vontade precisa de embasamento. “Por isso a gente estimula a fazer o plano de negócio – para conhecer do seu mercado, do seu negócio, do seu concorrente.”

Outro equívoco recorrente, segundo Messias, é achar que uma boa ideia é tudo. “Mentira. Ter dinheiro para implementar essa ideia é fundamental”, destaca. Ele diz que a fonte para a obtenção de recursos deve ser planejada de maneira adequada, já que o dinheiro pode vir, preferencialmente, de uma capitalização pessoal. “A uma taxa de juros relativamente alta, meu negócio tem que dar alguma coisa para pagar essa taxa e ainda sobrar para fazê-lo crescer”, lembra.

Outra alternativa interessante é através de uma sociedade, mas é preciso tomar cuidado com esta opção. “Uma sociedade na qual só um dos sócios tenha a verba não é muito bom, porque o poder vai para quem entrou com o dinheiro. É preciso ter uma linha equilibrada de divisão de poder.”

“Outro erro comum: abrir um negócio porque um amigo abriu e deu certo. É outro tempo, outro negócio”, destaca Messias.

Em caso de problemas
O consultor do Sebrae reitera que planejar é imprescindível, mas lembra, porém, que planejamento não é garantia de sucesso. Portanto, para aqueles que já abriram um negócio, mas estão diante de dificuldades, há alternativas para tentar “salvar” a empresa antes de, simplesmente, entrar com pedido de falência.

“Vá fazer uma consultoria. Em havendo alguma dificuldade, o Sebrae é um serviço gratuito, disponibilizado no país inteiro, que, em suma, oferece apoio e suporte à atividade de perenização de pequenos negócios, procurando orientar e estimular o empresário na busca de soluções mais adequadas”, diz.

“Não pular do barco na hora que bateu no iceberg, mas é sempre bom saber que o iceberg não vai sair dali. É preciso viabilizar a rota”, conclui Messias.

Fonte: Campal

O sucesso consiste em não fazer inimigos

Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:

Regra número 1:

Colegas passam, mas inimigos são para sempre.

A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano.

Cinco anos depois, o favor será esquecido.

Não adianta mais cobrar.

Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe.

Exemplo:

Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.

Regra número 2:

A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.

Regra número 3:

Um colega não é um amigo.

Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo.

Muitas vezes, até parece o melhor amigo.

Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego.

Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa.

Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos.

Estatisticamente, isso parece ótimo.

Mas não é.

A ‘Lei da Perversidade Profissional’ diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda,

é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.

Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos.

Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória.

Autor desconhecido

VILÕES do tempo: as Armadilhas que podem lhe roubar horas e destruir sua Produtividade

A sensação de urgência em quase todas as tarefas do dia tomou conta da rotina de qualquer empresa e eleger prioridades virou um dilema. Para piorar, as ferramentas que deveriam agilizar o trabalho, como e-mail e celular, acabam interrompendo o ritmo e diminuindo a produtividade. Uma pesquisa realizada com 962 profissionais brasileiros pela Tríade do Tempo, empresa especializada em gestão de tempo, mostrou que 22% dos entrevistados gastam de duas a quatro horas por dia lendo e-mails e navegando pela internet, para fins profi ssionais ou não.

Dentre eles, 92% fazem isso durante o expediente. Reuniões e interrupções em excesso também estão na lista dos vilões da produtividade. Quando assumiu a gerência de compras e planejamento estratégico da Johnson & Johnson, em São José dos Campos (SP), o economista José Carlos Pereira do Nascimento, de 54 anos, notou que precisava aprender a lidar com as interrupções. Ele fez um acordo com a equipe: os assuntos deveriam ser agrupados e levados a ele de uma só vez.

As reuniões, no entanto, nunca foram problema. “Na Johnson’s, elas têm hora para começar e para terminar”, diz. O segredo, ensina, é definir os participantes com antecedência e ter clareza dos objetivos do encontro. “Reuniões com mais de uma hora e meia, que têm mais de oito participantes estão fadadas ao fracasso”, diz Paulo Kretly, da consultoria FranklinCovey Brasil, de São Paulo.

Uma maneira que algumas empresas encontraram para aumentar a produtividade foi buscar soluções coletivas. Há casos em que o acesso à internet, a contas de e-mail e a programas de mensagens instantâneas, como o MSN, são restritos a determinadas áreas ou horários do dia — ou até mesmo proibido.

Planejamento e disciplina são as chaves A Brasilprev, empresa de previdência privada do Banco do Brasil, tem a Campanha da Produtividade. O objetivo é orientar seus profissionais a organizar melhor o período de trabalho para que tenham mais tempo fora dele. “Já conseguimos reduzir em 87% a jornada nos fins de semana”, diz André Camargo, superintendente de gestão estratégica da empresa. Há vários fatores que podem melhorar a produtividade.

Mas, segundo Paulo, os dois pontos básicos são planejamento e disciplina. De acordo com uma pesquisa realizada em 2005 pela FranklinCovey com 12 000 trabalhadores do mundo todo, apenas um em cada três planeja seu trabalho. “Ter a disciplina de sentar para planejar e depois colocar em prática o que planejou é o segredo do sucesso”, afirma Paulo. Hoje, as empresas buscam profi ssionais produtivos, e não workaholics.

E-MAIL
POR QUE É UM VILÃO?
• O brasileiro gasta, em média, três horas por dia com e-mails*.
• O aviso de novos e-mails fica ativado e a cada nova mensagem as pessoas param tudo para conferir.
• Em geral, falta foco nos textos, o que gera perda de tempo lendo mensagens.
• Caixa de entrada cheia dá a sensação de que as tarefas não são executadas e difculta a busca de informações importantes.

• Em geral, não há um método de acesso a e-mails. A consulta à caixa postal é aleatória.

SAIA DESSA
• Defina horários durante o dia para ler seus e-mails.
• Desligue o aviso de recebimento de novas mensagens.
• Trate assuntos complexos por telefone ou pessoalmente. A capacidade de fala é mais rápida que a de escrita.
• Escreva e-mails objetivos.
• Deixe na caixa de entrada apenas itens em execução. Ao ler e-mails, resolva o que der e o resto delegue, transforme em tarefas, compromissos ou contatos.
• Crie pastas personalizadas, para não perder tempo atrás de informações específicas.

INTERNET E-MAIL (SITES, MSN, FACEBOOK)
POR QUE É UM VILÃO?
• A navegação consome tempo sem que você perceba, e é fácil pular de link em link e perder o foco. Sites de comunidades virtuais, bate-papo e afins são viciantes.
• Os programas de mensagem instantânea, como o MSN, interrompem as tarefas a todo momento.
• Webmail pessoal é a categoria mais acessada pelo brasileiro em horário de expediente e pode distraí-lo por um bom tempo.

SAIA DESSA
• Estabeleça uma política pessoal de acesso à internet durante o expediente. Deixe a navegação de “lazer” para horários de pausa no trabalho.
• Tenha sempre em mente o que deseja procurar na rede. Com um objetivo claro, fica mais difícil se perder entre um link e outro.
• Evite acessar seu e-mail particular, que pode ser monitorado pela empresa. Reserve horários pós-expediente para essa função.
• O MSN pode ser uma ferramenta muito útil, mas tenha um endereço pessoal e outro profissional. Durante o expediente, use apenas o corporativo e o acesse para conversas rápidas e para adquirir informações simples.

TELEFONES
POR QUE É UM VILÃO?
• Tiram a atenção de tarefas importantes ao longo do dia.
• Consomem muito tempo sem que isso seja percebido.
• Sem objetivos definidos, a conversa pode se tornar extremamente sem foco e complexa.
• Mesmo que não sejam atendidos, os telefonemas podem interromper e tirar a concentração de uma tarefa.
• Se o celular tocar ou for atendido no meio de uma reunião, por exemplo, pode ser visto como falta de educação.

SAIA DESSA
• Se estiver muito ocupado, tire o telefone do gancho — caso não tenha secretária, é claro.
• Se tiver tempo disponível, atenda imediatamente. É mais rápido do que acessar a caixa postal, anotar o recado e retornar.
• Reserve um tempo na agenda para retornar as ligações.
• Mantenha o foco da conversa.
• Quando viajar, combine um horário no escritório para você ligar e resolver todos os problemas de uma só vez.
• Em reuniões ou compromissos mais formais, deixe o celular no modo silencioso ou desligado.

REUNIÃO
POR QUE É UM VILÃO?
• Em geral, elas não têm planejamento e objetivos definidos, o que leva à perda do foco.
• O horário determinado para o início não é respeitado e não há horário de término estipulado.
• Participam pessoas demais ou que não têm a ver com o assunto, resultando em excesso de conversas paralelas.
• Os participantes não se preparam adequadamente e atrapalham o dinamismo.
• Não há determinação de tarefas com datas e responsáveis, o que torna o resultado vago.

SAIA DESSA
• Defina os objetivos da reunião e os tópicos do que deve ser discutido e distribua a pauta com antecedência aos participantes.
• Determine um horário de início e término e seja rigoroso no seu cumprimento.
• Convoque poucas pessoas: apenas quem realmente agrega valor ao assunto — o ideal é no máximo oito participantes.
• Não deixe que ela dure mais de 1 hora e meia.
• Ao final, defina e deixe claro as tarefas, as datas e os responsáveis por cada uma elas

CAFEZINHOS E CONVERSAS DE CORREDOR
POR QUE É UM VILÃO?
• Quando são frequentes atrapalham o foco das atividades. Seis paradas de dez minutos por dia, por exemplo, desperdiçam pelo menos uma hora diária.
• Às vezes, uma simples parada se torna uma pequena reunião ou um miniencontro social, que pode tomar muito mais tempo do que o necessário.
• Ao estender o papo, você pode receber informações e tarefas importantes, que poderão ser esquecidas pela informalidade da discussão.
• A eliminação dos fumódromos nas empresas fez com que muita gente perca ainda mais tempo saindo para fumar em áreas abertas.

SAIA DESSA
• Evite aceitar qualquer tipo de tarefa no corredor ou no cafezinho. Peça sempre a formalização por e-mail.
• Se a conversa se prolongar, seja objetivo e corte rapidamente.
• Procure agrupar seus horários de cafezinho no retorno de reuniões ou próximos ao retorno do almoço, pois são momentos em que você já está em deslocamento.
• Talvez seja uma boa hora de largar o cigarro.

INTERRUPÇÕES NA MESA DE TRABALHO
POR QUE É UM VILÃO?
• Podem parecer fundamentais e inofensivas a quem interrompe.
• Atrapalham o foco do trabalho na medida em que afetam a concentração.
• Se somadas ao longo do dia, representam uma boa parte do tempo de trabalho.
• Para quem não sabe dizer “não”, podem significar acúmulo de tarefas extras.
• Algumas pessoas criam o hábito de sempre interromper os outros para resolver os seus problemas — que nem sempre são urgentes.

SAIA DESSA
• Seja assertivo e diga “não” quando necessário.
• Quando preciso, deixe claro que não pode ser interrompido e tente criar uma política no escritório para que todos respeitem esse período.
• Quando interrompido em um momento inadequado, pergunte e avalie se é realmente importante. Se não, negocie uma data para resolver o problema.
• Se aceitar a interrupção, diga quanto tempo tem disponível.

Fontes: Você SA – Campal

Você é Hands On?

Recebi este texto de uma amiga, por email, e achei interessante compartilhar.

Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais. E a empresa exigia que os interessados possuíssem – sem contar a formação superior – liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON. Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.

Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego. A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido. E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da super-qualificaçã o, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico…

Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno.. E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, Gerente da Contabilidade.

Seu Borges:
– Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.
Fabiana:
– In a hurry!
Seu Borges:
– Saúde.
Fabiana:
– Não, Seu Borges, isso quer dizer “bem rapidinho”. É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?
Seu Borges:
– E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?
Fabiana:
– O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.
Seu Borges:
– Não, não.. Cópias normais mesmo.
Fabiana:
– Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
Seu Borges:
– Fabiana, desse jeito não vai dar!
Fabiana:
– E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.
Seu Borges:
– Como assim?
Fabiana:
– É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.
Seu Borges:
– Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.
Fabiana:
– Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro…
Seu Borges:
– Futuro? Que futuro?
Fabiana:
– É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.
Seu Borges:
– Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!
Fabiana:
– Sei. Mas o senhor é hands on?
Seu Borges:
– Hã?
Fabiana:
– Hands on….Mão na massa.
Seu Borges:
– Claro que sou!
Fabiana:
– Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.

Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:
1 – Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.
2 – E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.

Alguém ponderará – com justa razão – que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.

Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação Alfred Nobel.

Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas!

Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha informática e energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação… só que não sabia nem abrir o capô. Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava “nóis vai” e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.

Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas modernas torcem o nariz: O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.

Max Gehringer
Revista EXAME

Novidades – novos recursos no LinkedIn

Como Investir o Seu Dinheiro

Sinceramente, antes de eu conhecer o Mestre das Finanças (Evaldo Junior) eu não tinha a menor preocupação com minhas finanças.

Mesmo o Evaldo aplicando suas antigas técnicas misantropas (digo antigas porque hoje ele tem evoluído bastante e tem aplicado o “Couching” com todo mundo que conhece – provavelmente deve aplicar até com a filha de 2 anos – “o que você sugere?”) ele conseguiu me ajudar a enxergar um mundo que para mim era totalmente obscuro. A maioria das pessoas que eu conheço, também possuem esta “visão” (conhecimento) deficiente, mas apesar disto sabem que “nunca se deve gastar mais do que se ganha”.

Mas como fazer para não se deixar levar com as “tentações” do dia a dia e não cair nas armadilhas do desejo? E para quem ganha bastante (mais do que consegue gastar) e acabou acumulando mesmo sem um controle, qual seria o melhor investimento? Fundos ou ações? Para responder a essas e muitas outras perguntas nasceu o site Como Investir.

“O Como Investir foi criado com o propósito de contribuir para a educação financeira e formação do investidor no Brasil e foi desenvolvido por uma iniciativa da ANBIMA – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais. O site tem centenas de artigos com dicas e lições práticas sobre finanças pessoais, imposto de renda, bolsa de valores e investimentos.

Uma das coisas que mais me chamaram a atenção no site foi uma área especialmente criada para as mulheres. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a participação das mulheres na força de trabalho subiu de 47,9% para 52,9% na última década. Além disso, estudos mostram que o enriquecimento das mulheres é uma tendência internacional, portanto nada mais justo que ter uma seção dedicada a elas. Lá poderão encontrar estudos de caso, entrevistas, dicas de leitura e tudo o que precisam saber para aprenderem a investir o seu dinheiro. Tudo em uma linguagem simples e acessível.

Eu também gostei do guia dos 10 passos para acumular R$ 100.000,00. Um documento em pdf com dicas de como economizar seu dinheiro para alcançar seus objetivos. Vale a pena fazer o download.

Para acessar o Como Investir, clique aqui. A área para as mulheres é aqui. O download do guia, você pode fazer aqui.”

Fonte: superempreendedores

Home Office

Daqui a poucos anos, pretendo deixar de ser empregado e passar a ser empregador ou melhor falando, empresário. Faço planos para montar o meu próprio negócio e quem sabe até poder ter uma sala só minha, onde poderei espalhar todos os meus gadgets e me concentrar mais em minhas atribuições administrativas, o que hoje considero, hoje, minha maior dificuldade no trabalho: Concentrar-me no trabalho.

Tenho muita facilidade em me dispersar, perder o foco do que estou fazendo pois tenho (minha opinião) uma percepção apurada do que está acontecendo no entorno e acabo participando dos assusntos diversos (também nem tão “entrões” quanto o Schiffler e o Rodrigo Nunes). Assumo que também dou abertura demais para que meus colegas de trabalho possam me desconcentrar o dia inteiro. Seja para me perguntar qualquer coisa (é o dia inteiro as pessoas me perguntando algo), para beber um cafezinho (vulgarmente chamado de farináceos) e principalmente para falar de besteiras divérsas, que nada tem a ver com o serviço.

Realmente o maior culpado disso tudo sou eu mesmo, pois permito que façam isto. Se ao menos eu tivesse um pouquinho da misantropia dos meus amigos Dirvan e Evaldo (hehe) e aplicasse pelo menos uma “patadinha” leve, em um indivíduo por dia, acredito que passariam a me importunar menos. O que, acredito que poderia ajudar a aumentar minha produtividade.

Outra alternativa seria eu mudar de lugar, mas acho esta hipótese difícil pois o chefe quer que todos do grupo fiquem próximos (nada a ver, na minha opinião).

  • O primeiro passo eu já dei, identifiquei minha dificuldade;
  • O segundo também, decidi que não quero mais ser desconcentrado e preciso me focar mais no trabalho (dizem que esta etapa é a mais difícil);
  • A última etapa agora é traçar um plano de como fazer isto.

Voltando para o assunto “minha própria sala”, gostei muito do estilo deste Home Office. Só mudaria uma coisinha: mudaria a posição dos monitores pois desta maneira não tenho como discutir com um possível interlocutor (heheheh).

NEOTRIAD – A Solução Completa para Equilibrar sua Vida Pessoal e Profissional

O NEOTRIAD é um sistema de colaboração e trabalho em grupo na Internet criado para ajudar você e seu time a serem mais produtivos e eficientes nas suas atividades pessoais e profissionais.

Desde 2007 ajudamos milhares de pessoas ao redor do mundo a gerenciarem suas prioridades e equipes. São milhões de atividades diárias gerenciadas, para sua vida andar na direção correta e no tempo certo.

Nossa solução reúne uma série de funcionalidades como gerenciamento de: tarefas, reuniões, calendário compartilhado, informações, contatos, gráficos de produtividade, projetos, metas, fóruns, arquivos, notícias, etc.

Todas as ferramentas foram desenvolvidas pensando em aumentar sua produtividade e ajudá-lo a gerenciar seu tempo. Agregamos recursos que realmente fazem a diferença na sua rotina diária.

Gratuito para testar por 30 dias.”

Fonte: Neotriad

Imposto de Renda em Ações e Opções

Muito bom este post publicado no blog do Mestre das Finanças. Parabéns Dr. Calderon e obrigado pela clareza da explicação.

“Primeiro ponto: se você ficou esperando o ano todo para recolher o IR sobre suas operações na bolsa somente agora, você cometeu um grande engano. O regime de recolhimento do IR é o regime de competência e o recolhimento deve ser feito até o último dia útil do mês seguinte ao fato gerador do imposto (já falarei sobre esse tal fato gerador jajá). Ou seja, se num mês qualquer você realizou operações e estas operações geram recolhimento de IR, você mesmo deve calcular o imposto devido, preencher o DARF e pagá-lo. Até o último dia útil do mês seguinte.

O fato gerador de imposto de renda na bolsa é o lucro. Como no regime de competência o lucro é registrado quando ocorre o fechamento de uma operação, para as posições compradas só se apura o lucro no momento da venda e para as vendidas, no momento da recompra. Isso é importante e também uma dúvida bastante frequente. Não importa o quanto valorizou sua carteira, enquanto você não fecha as operações não há lucro.

Como para a Receita as operações de day-trade (DT) têm natureza distinta das operações não-day-trade (NDT), a primeira coisa que temos que fazer é separar tudo o que é DT do que é NDT. É como se uma pessoa que recebe o salário e tem renda de imóveis alugados. Ela não pode misturar as duas rendas para calcular o imposto devido, pois a tributação é distinta.

Para as operações DT (seja de ações, opções ou ouro ativo financeiro), a tributação é de 20% sobre o lucro. Já para as operações NDT, a tributação é de 15%.

Para atrair os investidores pessoa física ao mercado, a Receita criou um artifício interessante: para as operações NDT no mercado à vista, há um limite de isenção de R$20.000,00 para as vendas realizadas no mercado à vista. Isso quer dizer que, se num determinado mês o investidor realizar a venda de R$20.000,00 de ações que havia comprado anteriormente, não importa o lucro que tenha, todo ele é ISENTO de imposto de renda. Vamos supor que ele compre uma ação por R$1,00 num determinado dia e venda esta mesma ação por R$20.000,00 no dia seguinte e não faça mais nenhuma venda no mês. O lucro foi de R$19.999,00, o que geraria um imposto a pagar de R$2.999,85 mas, como foram vendas no mercado à vista até R$20.000,00 nenhum imposto deve ser recolhido. Este lucro será somente lançado na declaração da ajuste anual como rendimentos isentos e não tributáveis, para justificar a evolução patrimonial. Caso as vendas à vista totalizem R$20.000,01 ou mais, deve-se calcular e recolher o imposto como descrito acima. Importante salientar que este limite de isenção não vale para operações com opções, futuros ou termo. Nestes casos, se teve lucro tem que pagar. Ah, e a entrega de papéis no exercício de opções (quando se lança e deixa ser exercido) também não é considerado mercado à vista e tributa sempre.

Alguém agora pode estar se perguntando: “mas e se, ao invés de lucro eu tiver prejuízo nas minhas operações”. Muito bem, na ocorrência de prejuízos estes podem ser abatidos DOS LUCROS FUTUROS, sempre segregando DT de NDT: os prejuízos de DT só podem abater lucros futuros de DT e NDT só de NDT. Mas, dentro de cada categoria (DT e NDT) você pode abater os prejuízos de um mercado com o outro. Por exemplo: abater prejuízos que teve em opções NDT com os lucros que teve em termo NDT.

Como funciona na prática: você calcula o resultado de um mês qualquer e descobre um prejuízo em NDT de R$600,00 (outra dúvida comum: mesmo que seja em vendas abaixo de R$20.000,00 você pode – e deve – contabilizar os prejuízos. O que é isento é o lucro deste tipo de operação). No mês seguinte você vende acima de R$20.000,00 com lucro de R$1.000,00. A regra da tributação diz que você deveria pagar 15% em cima dos R$1.000,00, mas como houve prejuízo de R$600,00 em mês anterior, a base de cálculo do imposto passa a ser R$400,00 e, ao invés de pagar R$150,00 de imposto você pagaria R$60,00. Caso os prejuízos venham se acumulando mês a mês, você vai somando para abater da base de cálculo quando o lucro vier.

O cálculo do lucro em operações simples é fácil de ser feito: preço de venda menos preço de compra. Mas e quando fazemos mais de uma compra do mesmo ativo por preços diferentes? A Receita diz que deve ser considerado o preço de compra como o preço médio de aquisição dos ativos. Exemplo: num mês compro 1000 PETR4 a R$30,00. No mês seguinte compro mais 500 a R$42,00. Mais um mês se passa e vendo 300 ações por R$ 35,00. Alguns podem pensar no sistema de estoque FIFO (primeiro a entrar, primeiro a sair) e dizer: o imposto é de R$5,00 por ação. Outro, malandrão, faz pelo sistema LIFO (último a entrar, primeiro a sair) e diz: tenho é que contabilizar um prejuízo de R$7,00, pois estou vendendo 300 daquelas que comprei por R$42,00. Esse, em breve, vai entrar no sistema SIFU da Receita…hehehe… o jeito certo de calcular o imposto é calcular, primeiro, o preço médio de compra do estoque e então contabilizar o lucro em cima desse valor. Vamos lá:

1000 Petr4 a R$30,00 = R$30.000,00

500 Petr4 a R$42,00 = R$21.000,00

Valor total de compra das 1500 Petr4: R$51.000,00

Valor unitário (51.000 / 1500) = R$34,00

Portanto, como o preço médio de compra do esqoque foi de R$ 34,00 por ação e a venda foi a R$35,00 por ação, o lucro da operação foi de R$1,00 por ação. Como foram vendidas 300 ações, deve-se calcular 15% de IR em cima de R$300,00, que deverão ser pagos somente se forem realizadas vendas acima de R$20.000,00 no mês em questão.

O mesmo cálculo de valor de estoque vale para opções, termo, etc.

Ainda para calcular o resultado e/ou o valor de compra do estoque das ações, não deve ser considerado somente o preço de compra e de venda. Ao preço de compra devem ser acrescidos como custo unitário do papel os valores proporcionais de todas as taxas e custos envolvidos na operação de compra (corretagem, emolumentos, taxa de liquidação, taxa de registro, taxa de termo/opções, taxa de ANA e ISS) e do valor de venda devem ser descontados todos estes custos também.

Por último, depois de calculado o imposto a pagar, também é possível descontar do valor calculado aquilo que já foi recolhido na fonte (o IRRF). Então, se o valor do imposto calculado num determinado mês foi de R$550,28, mas foi retido na fonte como IRRF R$2,20, o valor a ser preenchido no DARF é de R$548,08.

O preenchimento do DARF talvez seja a tarefa mais fácil. É só entrar no site da Receita (receita.fazenda.gov.br), clicar em Cidadão -> Pagamentos e então em Programa Sicalc -> SicalcWeb. Vai abrir a página do Sicalc que você preenche com seus dados, o valor do imposto calculado e no código da Receita preenche com 6015 (ganhos líquidos auferidos no mercado de renda variável). Guarde todas suas planilhas de cálculo pelo período de 5 anos, caso seja necessário provar de onde vieram os valores recolhidos.”

Fonte: Mestre das Finanças

Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz!

“Oito da noite, numa avenida movimentada.

O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.

O endereço é novo, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair.

Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita…

Discutem.

Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.

Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados.

Ele questiona: – Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, por que não insistiu um pouco mais?

Ela diz: – Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz!!! Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!


MORAL DA HISTÓRIA:

Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não.”

Frase da semana – Para quem está pensando em pedir demissão

“Roubar” um funcionário de uma outra empresa vale muito mais para um head-hunter do que arrumar um emprego para um desempregado.

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