Arquivos

Arquivo para a categoria ‘Financeiro’

Cartão de crédito Petrobras Visa International

Se você paga anuidade para utilizar o seu cartão de crédito pessoal, está na hora de dar um basta nisso.

Agora mesmo você deve acessar o site do portal Petrobras e solicitar o seu cartão de crédito Petrobras Visa Internacional. Veja as Vantágens:

  • Aceito em todo o mundo.
  • Sem anuidade, sem taxa de adesão e sem tarifas de extrato.
  • Até 40 dias para pagar.
  • Você usa, ganha pontos e troca por prêmios
  • Descontos e benefícios em diversos parceiros comerciais.
  • Cartão com chip. Mais segurança e tecnologia.

Para solicitar o seu, CLIQUE AQUI.

Aumento do IOF já encarece compras com cartão em sites estrangeiros

Começa a vigorar nesta segunda-feira (28/3) o decreto presidencial que aumenta a alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas compras com cartão de crédito no Exterior. A medida eleva de 2,38% para 6,38% o imposto cobrado nessas operações.

O decreto 7.454 foi assinado pela presidente Dilma Rousseff em 25/3/2011 e publicado na edição desta segunda-feira do Diário Oficial da União. A medida deve encarecer também compras efetuadas via Internet em sites no Exterior com cartão de crédito.

Segundo o governo, o objetivo da medida é conter a queda do dólar ao desestimular o uso do cartão de crédito em importações. Além disso, o aumento do IOF deverá compensar parte da perda de arrecadação causada pela correção da tabela do Imposto de Renda Pessoa Física.

Segundo o texto do decreto, o decreto do IOF terá efeito nas operações de câmbio liquidadas após o 30.º dia subsequente à data da publicação.

Fonte: Idgnow

Warren Buffet

Ele pode não encabeçar mais a lista dos homens mais ricos do mundo, após ter perdido alguns milhões com a crise financeira. Mas isso não quer dizer que o bilionário norte-americano Warren Buffett não seja um exemplo típico de sucesso a ser seguido. Sua biografia “Bola de Neve”, escrita por Alice Schroeder, virou leitura obrigatória entre o pessoal do mercado financeiro. O curioso é que Buffett usa uma filosofia de vida para cada parte de sua vida.

Segundo o livro, o segredo do sucesso de Buffett poderia ser resumido nos seguinte conselhos: invista seu dinheiro em boas empresas que são bem gerenciadas. Reinvista os lucros em outras boas empresas. Nunca pegue dinheiro emprestado. Faça tudo isso e seu dinheiro ganhará em valor.

Buffet é um homem de hábitos. Ele ainda mora na mesma casa que comprou em 1958, em Omaha, no estado de Nebraska. Todos os dias, exatamente às 8h30, senta-se na escrivaninha que pertenceu a seu pai, Howard, para começar o dia. No trabalho, passa o dia negociando e lendo tudo o que acontece no mercado financeiro, incluindo boletins diários do desempenho de suas empresas. Ele volta para casa sempre às 17h30. (…)

Fonte: Época

Dez coisas para saber antes de abrir seu próprio negócio

Ser dono do próprio negócio – em algum momento, esta ideia já passou pela cabeça de boa parte dos brasileiros. Mas para “aposentar” a carteira de trabalho e assumir de vez a função de empresário é preciso muito mais que vontade. O G1 conversou com o consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP) Reinaldo Miguel Messias para montar um guia com as dez principais orientações que todo empreendedor em potencial deve seguir antes de abrir um negócio próprio.

Messias diz que, em primeiro lugar, a pessoa deve estar atenta ao que ele chama de “4Ps”, ou seja, propósito (o quê), processo (como), pessoas (quem) e prazer.

Negócios passam por turbulências; se não gosta muito do que está fazendo, na primeira turbulência, não vai procurar o que fazer, vai fechar”
Reinaldo Miguel Messias, consultor do Sebrae-SP

“Propósito claro é aquilo que vai orientar a sua busca por um negócio. O ‘como’ é o processo, no caso, processo de fazer, de vender e de controlar. Depois disso, preciso de pessoas, tem a pessoa dono e a pessoa empregado. A cumplicidade, a complementaridade é que vai fazer com que as pessoas, trabalhando em processos adequados, atinjam o objetivo”, explica. “Prazer: nada vai dar certo se você não gosta do que está fazendo. Negócios passam por turbulências; se não gosta muito do que está fazendo, na primeira turbulência, não vai procurar o que fazer, vai fechar.”

Confira abaixo o roteiro com as dez principais dicas:

1 – Empreenda no que conhece e gosta
“A receita para dar certo é empreender naquilo que a gente tem domínio. A costureira vai fazer sua lojinha com roupa. Depois de uma vida no segmento de confecção é pouco comum que vá abrir um restaurante.”

2 – Avalie a viabilidade financeira frente à idéia e oportunidade
“Não adianta gostar, a coisa tem que ser viável, tem que gerar lucro. (…) Quando a gente está pensando numa empresa, é importante pensar que cada dinheiro colocado lá dentro, vai ter que voltar numa medida de tempo.”

3 – Cuidado com a escolha do sócio
“É muito comum escolher sócio como ‘o cara que tem o dinheiro barato que eu preciso’ e isso acaba custando muito caro. Sócio é um complemento de conhecimento e de atitudes que você tem. Ele não é igual a você, mas é uma nova visão. Os dois têm que enxergar juntos na mesma direção.”

4 – Avalie a diferenciação de seu negócio em relação à concorrência e aos cenários
“Negócio legal é aquele que se diferencia dos demais – ser diferente é agregar outros valores. Não é ser diferente pela parte ruim: o que mais atrasa, por exemplo. Enxergar em que cenário esta atividade está situada. O ‘mais um’ está dividindo o bolo que todos já comem.”

5 – Esteja seguro de seus gastos e controle de suas despesas e custos
“Conheça a parte financeira da ‘encrenca’ que você está se metendo. Ter domínio. Sem controle financeiro, não se gerencia nada. É fundamental, principalmente quando está iniciando a atividade, saber onde está colocando cada centavo e como está voltando.”

6 – Considere sempre possíveis gastos adicionais com adequação do espaço de trabalho
“Não esqueça de trocar a fechadura das portas do comércio e checar se o banheiro é frequentável e está dentro da legislação da saúde pública, em número suficiente; se as vitrines são seguras; se a rede elétrica está devidamente dimensionada. A gente esquece destes detalhes quando esta fazendo o planejamento.”

7 – Trabalhe com pessoas que conheçam do negócio tanto ou mais que você
“Mesmo que custe um pouco mais é sempre bom evitar que os outros errem por você. É sempre bom contar com a competência. Quem paga pouco, recebe pouco. Cuide na competência, na adequação, no perfil da aparência. Essas pessoas têm que conhecer bem o negócio.”

8 – Todo começo é incerto. Cuide bem dos investimentos e do capital de giro
“As grandes perguntas são sempre: será que preciso mesmo de tudo isso? A gente tem um fogo de sair comprando coisas… Às vezes, numa atividade que está iniciando, o melhor é alugar, arrendar, pedir emprestado para um amigo, fazer um termo de comodato. O capital de giro é sempre aquela história: o único que acredita no seu negócio é você. 27% das empresas que abrem não terminam o primeiro ano. [Institutições financeiras] Gostam de dar crédito para a pessoa física, não para a jurídica. Olhe bem para ver quanto de capital de giro vai precisar antes de pedir emprestado.”

9 – Procure um contabilista competente para abrir sua empresa e assessorá-lo com impostos, tributações e taxas no dia a dia
“Geralmente, quando procura um contabilista, vai muito pelo valor que a pessoa está cobrando. Você deve perguntar se tem muitos negócios do mesmo ramo que o seu. Quanto mais atividades como a sua ele tem dentro da carteira, mais a par vai ficando. As tributações variam muito dependendo do segmento.”

10 – Lucro é a única forma de garantir o retorno dos investimentos. Atenção com ele!
“Negócio foi feito para gerar lucro, não amizade e relacionamento. Parte do lucro é o que consegue manter o seu capital de giro dentro da necessidade. A outra parte será responsável pelos investimentos para gerar alavancagem. Às vezes, guarda-se essa parte dentro do estoque, comprando o que não precisa, na quantidade que não deve, no momento que não é preciso. Veja como o lucro está sendo gerado. No começo, não dá para ter todo o lucro gerado pra gente.”

Erros mais comuns
Segundo Reinaldo Messias, um dos erros mais comuns que as pessoas cometem quando se aventuram pelo mundo do negócio próprio é quanto ao cálculo do tempo necessário para a maturação do projeto. “É a pressa, quando planejo por um período muito pequeno, ou, o contrário, planejo por um período muito grande e nunca tomo a iniciativa”, diz. “A ansiedade leva à falta de planejamento, falta de domínio do negócio.”

A ansiedade leva à falta de planejamento, falta de domínio do negócio”

Como faz questão de destacar o consultor do Sebrae-SP, a vontade precisa de embasamento. “Por isso a gente estimula a fazer o plano de negócio – para conhecer do seu mercado, do seu negócio, do seu concorrente.”

Outro equívoco recorrente, segundo Messias, é achar que uma boa ideia é tudo. “Mentira. Ter dinheiro para implementar essa ideia é fundamental”, destaca. Ele diz que a fonte para a obtenção de recursos deve ser planejada de maneira adequada, já que o dinheiro pode vir, preferencialmente, de uma capitalização pessoal. “A uma taxa de juros relativamente alta, meu negócio tem que dar alguma coisa para pagar essa taxa e ainda sobrar para fazê-lo crescer”, lembra.

Outra alternativa interessante é através de uma sociedade, mas é preciso tomar cuidado com esta opção. “Uma sociedade na qual só um dos sócios tenha a verba não é muito bom, porque o poder vai para quem entrou com o dinheiro. É preciso ter uma linha equilibrada de divisão de poder.”

“Outro erro comum: abrir um negócio porque um amigo abriu e deu certo. É outro tempo, outro negócio”, destaca Messias.

Em caso de problemas
O consultor do Sebrae reitera que planejar é imprescindível, mas lembra, porém, que planejamento não é garantia de sucesso. Portanto, para aqueles que já abriram um negócio, mas estão diante de dificuldades, há alternativas para tentar “salvar” a empresa antes de, simplesmente, entrar com pedido de falência.

“Vá fazer uma consultoria. Em havendo alguma dificuldade, o Sebrae é um serviço gratuito, disponibilizado no país inteiro, que, em suma, oferece apoio e suporte à atividade de perenização de pequenos negócios, procurando orientar e estimular o empresário na busca de soluções mais adequadas”, diz.

“Não pular do barco na hora que bateu no iceberg, mas é sempre bom saber que o iceberg não vai sair dali. É preciso viabilizar a rota”, conclui Messias.

Fonte: Campal

MoneyWell – Assuma o controle de suas finanças

Já testei alguns outros softwares para controle financeiro como o Icash (software) e o Organizze (online). O primeiro é bastante completo, mas muito confuso. O segundo possui um visual muito bacana, mas apenas registra as despesas passadas e não possui o recurso de planejamento das despesas futuras.

Tenho testado o MoneyWell (versão para Mac), que possui ferramentas poderosas para controle de suas finanças.

Existem algumas funções extras que ainda não aprendi a usa-las corretamente, mas pretendo consultar meus amigos mestres na área de finanças para que me auxiliem.

Recomendo a todos (que possuam Mac).

Viver ou Juntar dinheiro?

Max Gehringer – Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante.

Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei. Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.

Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?

Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.

Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.

“Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO”

Que tal um cafezinho? Ou uma cervejinha?!?!

Combo – Curso de Opções Bastter – Promoção da promoção

Para quem vem acompanhando o blog do Denny Torres e também o blog do Mestre das Finanças, deve ter visto a promoção do “Curso de Opções Bastter – Combo” que ainda está disponível no site da Saraiva.

No entanto, a Siciliano está dando uma promoção da promoção. Cerca de R$ 24,00 a menos.

Desta vez eu não resisti e resolvi seguir o conselho do Mestre e comprei.

Qual a diferença entre dividendos e JSCP?

Ótimo esclarecimento retirado do blog do Mestre das Finanças.

(…) A grande diferença é de natureza fiscal, ou seja, na forma de incidência de impostos – tanto para a empresa como para o investidor.

Primeiro, é importante salientar que há diversas formas de proventos ou de remunerar os acionistas. Estas são apenas duas destas formas. Quem escolhe como remunerar é a empresa. Dito isto, vamos às diferenças:

Quem conhece contabilidade básica, sabe que através da Demonstração de Resultados do Exerício a empresa indica suas receitas, subtrai seus custos depois subtrai suas despesas, calcula o imposto de renda e verifica seu lucro – que pode ser reinvestido ou distribuído aos acionistas NA FORMA DE DIVIDENDOS. Então esta é a principal diferença: como podem perceber, depois que a empresa paga seus impostos, ela distribui os dividendos que são parte do lucro. Por outro lado, JUROS são despesas financeiras que ocorrem antes da apuração dos impostos e, desta forma, reduzem o montante dos impostos que a empresa deverá recolher ao governo. Isto inclui os JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO (JSCP).

É como se ela disesse assim: Eu peguei uma graninha emprestada dos acionistas e vou pagar os juros deles e isto não é distribuição dos lucros. Assim eu pago menos imposto de renda e ainda remunero os acionistas.

Daí temos também a diferença para os acionistas. Como antes da distribuição do dividendo pela empresa houve o pagamento dos impostos, os dividendos são valores que chegam líquidos aos acionistas, não sendo necessária uma dupla tributação. Já os JSCP não foram tributados na empresa e cabe aos acionistas o devido recolhimento. No entanto, a maioria das corretoras já recolhe o valor na própria corretora e deposita o valor líquido para os seus clientes.

Aproveito para dizer que cada empresa decide de quanto em quanto tempo irão remunerar seus acionistas. Umas o fazem mensalmente, outras trimestralmente, outras anualmente. No Brasil, as empresas são obrigadas a distribuir, no mínimo, 25% dos lucros aos acionistas na forma de DIVIDENDOS. Nos EUA, por exemplo, a Microsoft distribuiu dividendos pela primeira vez em 2003.

Eu aprendi no MBA em Finanças do IBMEC, com o professor Hélio França, que só existe UMA política de dividendos correta: NÃO SURPREENDA O ACIONISTA. Isto significa o seguinte: Quem compra ações da Petrobras ou Vale, não compram para receber dividendos e sim para que a empresa invista em projetos rentáveis e haja ganho de capital. Então estas empresas devem pagar o mínimo e reinvestir o máximo. Já quem compra ações da Eletropaulo ou Souza Cruz compram para receber dividendos, pois não há mais projetos a serem renivestidos os lucros, então estas empresas devem distribuir o máximo e reinvestir o mínimo (lembrando que a manutenção da capacidade produtiva não é investimento).

Com certeza o assunto não foi esgotado e eu apenas fiz uma breve explanação do meu entendimento.

Fonte: Mestre das Finanças

Dinheiro = felicidade? Se você ganhasse na mega-sena, largaria o seu trabalho?

Foi feita uma pesquisa informal com profissionais da área de saúde a respeito do que fariam caso recebessem uma soma considerável de dinheiro.

A maioria das pessoas afirmou que se ganhasse a Mega Sena acumulada, por exemplo, deixaria de trabalhar na mesma hora. Assim, conquistariam a liberdade e, automaticamente, seriam felizes. Ora, sabemos que a ausência de propósito, de algo com o que se ocupar leva à depressão profunda e ao desânimo.

Não podemos ser hipócritas achando que qualquer pessoa normal se tivesse uma bolada como essa continuaria enfrentando as cobranças do chefe. Muitos de nós já dissemos em algum momento que se acertasse os números na Mega Sena jogaria tudo para o alto, sumiria. Claro que dinheiro ajuda – e muito! -, mas não é a resposta para uma vida feliz. Engana-se quem pensa que dinheiro preenche espaços, lacunas.

Manter-se ocupado sim, faz as pessoas serem mais felizes. Digo isso pelo que vejo ao meu redor. Quantos executivos e empresários bem sucedidos ao “pendurar as chuteiras” acreditavam ter dali para frente a paz que tanto desejavam e meses depois se viram infelizes, tristes e depressivos por não terem o que fazer.

Eis aqui o paradoxo: as pessoas não querem trabalhar, mas ao mesmo tempo sentem falta do trabalho no final das suas vidas. Dinheiro é importante, principalmente porque dá a liberdade de escolha, de fazer aquilo que se quer. Assistir a vida passar é um tremendo desaforo para esse presente que todos nós ganhamos ao nascer. A vida é muito boa para não ser preenchida ou deixada em branco. Quantas coisas boas você deixará de viver? Pense nisso!

Será mesmo que dinheiro traz felicidade?

Fonte: Campal

Papéis de empresas americanas estreiam na Bovespa nesta terça-feira

Brasileiros poderão investir, por exemplo, na Apple e no Google – mas apenas via fundos de investimentos

A BM&F Bovespa passará a oferecer aos investidores, a partir de amanhã, papéis de grandes empresas americanas. Isso não significa que os brasileiros poderão comprar diretamente ações de empresas estrangeiras, mas sim os chamados BDRs, ou Brazilian Depositary Receipts (BDRs) Nível I Não Patrocinados.

Em um primeiro momento, serão oferecidos lotes de dez empresas: Apple, Google, Bank of America Corporation, Arcelor Mittal, Goldman Sachs Group, Avon, Walmart, Exxon Mobil Corporation, McDonald’s e Pfizer; todas listadas em bolsas norte-americanas. O Deutsche Bank é a instituição financeira responsável pela emissão dos recibos.

O BDR Nível I Não Patrocinado é um certificado representativo de valores mobiliários de emissão de companhia aberta ou assemelhada, com sede no exterior. Desta forma, é considerado investimento no exterior. Sua emissão e seu registro são de responsabilidade de uma instituição depositária no Brasil, sem qualquer participação das companhias.

Os papéis, no entanto, não poderão ser comprados por investidores individuais (ou pessoa física) – mas apenas por bancos e fundos de investimento. A determinação é da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que atenta para a necessidade de proteger o pequeno investidor, já que tais empresas não precisam seguir as regras do mercado local. Apesar de não poderem investir nos papéis diretamente, os interessados poderão comprar cotas em fundos que apliquem seus recursos nos BDRs.

Fonte: Veja

Bloomberg app – Finalmente disponível para Android

Demorou mas chegou. Finalmente ficou pronta a versão do aplicativo para monitoramento do mercado financeiro.

Muito leve, veloz e estável, este aplicativo ficará na minha lista de favoritos.

Promoção – Combo – Curso de Opções Bastter

Para quem acompanha o blog do meu amigo, OS Evaldos (Mestre das Finanças), deve ter visto o post dele recomendando o curso de opções Bastter (COMBO).

Pois bem, a Saraiva está disponibilizando esta coleção em seu site, por apenas R$ 119,00.

Como Evaldo disse: “Eu indico a leitura de todo o COMBO sem medo de errar. Na verdade, diria que é leitura obrigatória.”

Dados de políticos serão ‘blindados’ pela Receita, diz Mantega

O ministro da Fazenda Guido Mantega anunciou na tarde desta terça-feira (14) que políticos e seus familiares de até primeiro grau terão os dados fiscais “blindados” pela Receita Federal. As restrições fazem parte de uma série de medidas anunciadas pelo ministro para reforçar a segurança do sistema de acesso a informações da Receita Federal.

A medida abrange vereadores, deputados estaduais e federais, senadores, ministros e presidentes de partido, mesmo que não ocupem cargos públicos, disse Mantega. Os nomes das pessoas públicas que terão os dados blindados estarão em uma espécie de “lista de risco”, disse Mantega. Segundo o ministro, cada vez que um funcionário tentar acessar os dados, o alerta será dado à chefia imediata da agência da Receita, que tomará as medidas necessárias.

Para os nomes que estiverem na lista de restrições, só serão permitidos acessos de auditores responsáveis por fiscalizações, desde que o motivo seja justificado. Caso o acesso não esteja explicitado por uma procuração registrada em cartório, o servidor que fizer a verificação dos dados poderá ser punido até com a perda do emprego. A punição será implementada por meio de uma medida provisória, disse Mantega. (…)

Vejam a matéria completa clicando aqui.

Cada vez mais percebo que nossos líderes são uns verdadeiros palhaços. Outro dia fiquei espantado com o vídeo do Tiririca com a frase celebre: “pior do que está não fica, vote no Tiririca!”. Mas agora vejo que as palhaçadas só são diferentes.

Como pode? Justamente as informações que deveriam ser públicas passarão a ser blindadas. Só no Brasil mesmo!

Fonte: G1

Use o aplicativo Bolsa para ver a cotação do dólar

Vários usuários que não investem em ações acham inútil o aplicativo Bolsa (Stocks) que já vem de fábrica tanto no iPhonequanto no iPod touch. Mas o que muita gente não sabe é que pode-se configurá-lo para ver a cotação quase em tempo real de moedas do mundo inteiro. A única coisa que é preciso saber são as iniciais da cotação. Usaremos como exemplo aqui o Dólar, o Euro e o Real.

Primeiro de tudo, abra o aplicativo e toque no pequeno “i” no canto inferior direito da tela. Ele vai permitir que você inclua novos parâmetros personalizados.

Apague os que você não tem interesse tocando na bolinha vermelha. Depois disso, toque no sinal de + (mais) no canto superior esquerdo da tela eintroduza os códigos desejados. Nós aqui usamos estes:

Para o preço do dólar em real:
USDBRL=X

Para o preço do euro em real:
EURBRL=X

Para o preço do euro em dólar:
EURUSD=X

Onde USD é o código para o Dólar norte-americano, EUR para o Euro e BRL para o Real brasileiro.

A lógica é sempre a mesma para outras moedas. A lista com os códigos para os diferentes países (sempre de três letras) você pode encontrar aqui.

Fonte: BlogdoIphone

Site da Bovespa – compatível com Ipod Touch e Iphone

Para o acesso ao site da Bovespa utilizando-se o navegador Safari, no iPod touch ou Iphone, utilize o endereço http://www.bmfbovespa.com.br/.

O formato configurado para iPod touch fornece aos usuários um layout aprimorado, com a linguagem fácil e intuitiva.

Tabela econômica

CategoriasFinanceiro Tags:,

Como Investir o Seu Dinheiro

Sinceramente, antes de eu conhecer o Mestre das Finanças (Evaldo Junior) eu não tinha a menor preocupação com minhas finanças.

Mesmo o Evaldo aplicando suas antigas técnicas misantropas (digo antigas porque hoje ele tem evoluído bastante e tem aplicado o “Couching” com todo mundo que conhece – provavelmente deve aplicar até com a filha de 2 anos – “o que você sugere?”) ele conseguiu me ajudar a enxergar um mundo que para mim era totalmente obscuro. A maioria das pessoas que eu conheço, também possuem esta “visão” (conhecimento) deficiente, mas apesar disto sabem que “nunca se deve gastar mais do que se ganha”.

Mas como fazer para não se deixar levar com as “tentações” do dia a dia e não cair nas armadilhas do desejo? E para quem ganha bastante (mais do que consegue gastar) e acabou acumulando mesmo sem um controle, qual seria o melhor investimento? Fundos ou ações? Para responder a essas e muitas outras perguntas nasceu o site Como Investir.

“O Como Investir foi criado com o propósito de contribuir para a educação financeira e formação do investidor no Brasil e foi desenvolvido por uma iniciativa da ANBIMA – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais. O site tem centenas de artigos com dicas e lições práticas sobre finanças pessoais, imposto de renda, bolsa de valores e investimentos.

Uma das coisas que mais me chamaram a atenção no site foi uma área especialmente criada para as mulheres. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a participação das mulheres na força de trabalho subiu de 47,9% para 52,9% na última década. Além disso, estudos mostram que o enriquecimento das mulheres é uma tendência internacional, portanto nada mais justo que ter uma seção dedicada a elas. Lá poderão encontrar estudos de caso, entrevistas, dicas de leitura e tudo o que precisam saber para aprenderem a investir o seu dinheiro. Tudo em uma linguagem simples e acessível.

Eu também gostei do guia dos 10 passos para acumular R$ 100.000,00. Um documento em pdf com dicas de como economizar seu dinheiro para alcançar seus objetivos. Vale a pena fazer o download.

Para acessar o Como Investir, clique aqui. A área para as mulheres é aqui. O download do guia, você pode fazer aqui.”

Fonte: superempreendedores

Organizze: Aplicativo de controle financeiro pessoal

O site Organizze é uma ferramenta online de controle financeiro pessoal grátis e fácil de usar. Com ele você pode lançar todas as suas despesas e receitas, ver relatórios detalhados, ser lembrado por email e ver notificações de movimentações atrasadas.

Além da versão web, o Organizze também já estão disponível na versão Mobile para Iphone e Ipode Touch

FinKit – Programa para Mac OS – Canivete Suíço

Para quem tem um Mac e curte ou trabalha na área financeira, tem um programinha que possui diversas funções, que certamente serão muito úteis. O programa chama-se FinKit, leve e faz muita coisa, do jeito que eu gosto.

Vale a pena conferir.

A imagem abaixo, mostra resumidamente suas funções.

Imposto de Renda em Ações e Opções

Muito bom este post publicado no blog do Mestre das Finanças. Parabéns Dr. Calderon e obrigado pela clareza da explicação.

“Primeiro ponto: se você ficou esperando o ano todo para recolher o IR sobre suas operações na bolsa somente agora, você cometeu um grande engano. O regime de recolhimento do IR é o regime de competência e o recolhimento deve ser feito até o último dia útil do mês seguinte ao fato gerador do imposto (já falarei sobre esse tal fato gerador jajá). Ou seja, se num mês qualquer você realizou operações e estas operações geram recolhimento de IR, você mesmo deve calcular o imposto devido, preencher o DARF e pagá-lo. Até o último dia útil do mês seguinte.

O fato gerador de imposto de renda na bolsa é o lucro. Como no regime de competência o lucro é registrado quando ocorre o fechamento de uma operação, para as posições compradas só se apura o lucro no momento da venda e para as vendidas, no momento da recompra. Isso é importante e também uma dúvida bastante frequente. Não importa o quanto valorizou sua carteira, enquanto você não fecha as operações não há lucro.

Como para a Receita as operações de day-trade (DT) têm natureza distinta das operações não-day-trade (NDT), a primeira coisa que temos que fazer é separar tudo o que é DT do que é NDT. É como se uma pessoa que recebe o salário e tem renda de imóveis alugados. Ela não pode misturar as duas rendas para calcular o imposto devido, pois a tributação é distinta.

Para as operações DT (seja de ações, opções ou ouro ativo financeiro), a tributação é de 20% sobre o lucro. Já para as operações NDT, a tributação é de 15%.

Para atrair os investidores pessoa física ao mercado, a Receita criou um artifício interessante: para as operações NDT no mercado à vista, há um limite de isenção de R$20.000,00 para as vendas realizadas no mercado à vista. Isso quer dizer que, se num determinado mês o investidor realizar a venda de R$20.000,00 de ações que havia comprado anteriormente, não importa o lucro que tenha, todo ele é ISENTO de imposto de renda. Vamos supor que ele compre uma ação por R$1,00 num determinado dia e venda esta mesma ação por R$20.000,00 no dia seguinte e não faça mais nenhuma venda no mês. O lucro foi de R$19.999,00, o que geraria um imposto a pagar de R$2.999,85 mas, como foram vendas no mercado à vista até R$20.000,00 nenhum imposto deve ser recolhido. Este lucro será somente lançado na declaração da ajuste anual como rendimentos isentos e não tributáveis, para justificar a evolução patrimonial. Caso as vendas à vista totalizem R$20.000,01 ou mais, deve-se calcular e recolher o imposto como descrito acima. Importante salientar que este limite de isenção não vale para operações com opções, futuros ou termo. Nestes casos, se teve lucro tem que pagar. Ah, e a entrega de papéis no exercício de opções (quando se lança e deixa ser exercido) também não é considerado mercado à vista e tributa sempre.

Alguém agora pode estar se perguntando: “mas e se, ao invés de lucro eu tiver prejuízo nas minhas operações”. Muito bem, na ocorrência de prejuízos estes podem ser abatidos DOS LUCROS FUTUROS, sempre segregando DT de NDT: os prejuízos de DT só podem abater lucros futuros de DT e NDT só de NDT. Mas, dentro de cada categoria (DT e NDT) você pode abater os prejuízos de um mercado com o outro. Por exemplo: abater prejuízos que teve em opções NDT com os lucros que teve em termo NDT.

Como funciona na prática: você calcula o resultado de um mês qualquer e descobre um prejuízo em NDT de R$600,00 (outra dúvida comum: mesmo que seja em vendas abaixo de R$20.000,00 você pode – e deve – contabilizar os prejuízos. O que é isento é o lucro deste tipo de operação). No mês seguinte você vende acima de R$20.000,00 com lucro de R$1.000,00. A regra da tributação diz que você deveria pagar 15% em cima dos R$1.000,00, mas como houve prejuízo de R$600,00 em mês anterior, a base de cálculo do imposto passa a ser R$400,00 e, ao invés de pagar R$150,00 de imposto você pagaria R$60,00. Caso os prejuízos venham se acumulando mês a mês, você vai somando para abater da base de cálculo quando o lucro vier.

O cálculo do lucro em operações simples é fácil de ser feito: preço de venda menos preço de compra. Mas e quando fazemos mais de uma compra do mesmo ativo por preços diferentes? A Receita diz que deve ser considerado o preço de compra como o preço médio de aquisição dos ativos. Exemplo: num mês compro 1000 PETR4 a R$30,00. No mês seguinte compro mais 500 a R$42,00. Mais um mês se passa e vendo 300 ações por R$ 35,00. Alguns podem pensar no sistema de estoque FIFO (primeiro a entrar, primeiro a sair) e dizer: o imposto é de R$5,00 por ação. Outro, malandrão, faz pelo sistema LIFO (último a entrar, primeiro a sair) e diz: tenho é que contabilizar um prejuízo de R$7,00, pois estou vendendo 300 daquelas que comprei por R$42,00. Esse, em breve, vai entrar no sistema SIFU da Receita…hehehe… o jeito certo de calcular o imposto é calcular, primeiro, o preço médio de compra do estoque e então contabilizar o lucro em cima desse valor. Vamos lá:

1000 Petr4 a R$30,00 = R$30.000,00

500 Petr4 a R$42,00 = R$21.000,00

Valor total de compra das 1500 Petr4: R$51.000,00

Valor unitário (51.000 / 1500) = R$34,00

Portanto, como o preço médio de compra do esqoque foi de R$ 34,00 por ação e a venda foi a R$35,00 por ação, o lucro da operação foi de R$1,00 por ação. Como foram vendidas 300 ações, deve-se calcular 15% de IR em cima de R$300,00, que deverão ser pagos somente se forem realizadas vendas acima de R$20.000,00 no mês em questão.

O mesmo cálculo de valor de estoque vale para opções, termo, etc.

Ainda para calcular o resultado e/ou o valor de compra do estoque das ações, não deve ser considerado somente o preço de compra e de venda. Ao preço de compra devem ser acrescidos como custo unitário do papel os valores proporcionais de todas as taxas e custos envolvidos na operação de compra (corretagem, emolumentos, taxa de liquidação, taxa de registro, taxa de termo/opções, taxa de ANA e ISS) e do valor de venda devem ser descontados todos estes custos também.

Por último, depois de calculado o imposto a pagar, também é possível descontar do valor calculado aquilo que já foi recolhido na fonte (o IRRF). Então, se o valor do imposto calculado num determinado mês foi de R$550,28, mas foi retido na fonte como IRRF R$2,20, o valor a ser preenchido no DARF é de R$548,08.

O preenchimento do DARF talvez seja a tarefa mais fácil. É só entrar no site da Receita (receita.fazenda.gov.br), clicar em Cidadão -> Pagamentos e então em Programa Sicalc -> SicalcWeb. Vai abrir a página do Sicalc que você preenche com seus dados, o valor do imposto calculado e no código da Receita preenche com 6015 (ganhos líquidos auferidos no mercado de renda variável). Guarde todas suas planilhas de cálculo pelo período de 5 anos, caso seja necessário provar de onde vieram os valores recolhidos.”

Fonte: Mestre das Finanças

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.